compromisso e vontade

Cheguei à conclusão por esses dias que agora eu fiquei velha! Quero dizer… eu, que completei 50 anos ano passado e escrevi um texto sobre como não me sentia uma senhora de 50 anos, cheguei à conclusão, não sem certo espanto da minha parte, que acho que me tornei essa

perder o medo de ‘perder’

Desejar algo é justo. Justíssimo, aliás. Mas quando nos apegamos àquele desejo como se a sobrevivência do nosso ser dependesse de que isso se realizasse, daí temos um ponto a olhar. Um dia qualquer sentimos um desejo, algo que fala em nós. Seja por uma pessoa, uma relação, um objeto,

não sou feliz, mas…

tenho marido*, sou rica, famosa, magra, mãe… são várias versões desse título. Não raras são as vezes em que confronto alguém no consultório com a seguinte questão: ok, e se um gênio da lâmpada te oferecesse a possibilidade de ser feliz, ainda que o pacote não incluísse um marido, te

individualidade na relação a dois

Ôoooo conversinha complicada essa não?? Esse tem sido um tema recorrente no consultório e nas conversas informais com amigxs queridxs, por isso resolvi fazer aqui algumas reflexões. Como faz para preservar a individualidade no relacionamento a dois? Como aceitar numa boa que o desejo do outro pode não ser o mesmo

o que te move?

O filme O Físico (Netflix), adaptação do livro de Noah Gordon que eu já tinha lido há muito tempo, me tocou neste ponto. O que nos move? O filme, que se passa nos anos 1020, conta a história de um órfão Inglês que foi movido pelo amor ao conhecimento e

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