quem mora dentro de você?

Era uma vez, num reino muito, muito presente ainda, três mulheres… que moram dentro de mim… Ana Luiza como me apresento, como me chama minha mãe ou, como percebi mais recentemente, me chamam meus irmãos quando querem ‘me chamar atenção’… Analu como me chamam amigas; é meu gmail, meu twitter,

dia internacional de devoção ao feminino

Sempre que chega o Dia da Mulher fico sem saber o que falar. Não sei exatamente porquê. Então hoje resolvi tentar refletir sobre isso aqui, tentando escrever para me entender. Não sou das que manda parabéns nem publica nada nas redes nesse dia. Porque simplesmente não tenho clareza do que

aos homens queridos do meu coração

Observo tantas vezes ‘as mesmas coisas’ – claro que não são as ‘mesmas’, mas são muito similares! – que, de vez em quando me dá muita vontade de mandar uns recadinhos coletivos como esse que vou mandar agora para os homens. Ou esse que mandei para as mulheres! 😉 Então,

às mulheres queridas do meu coração

Observo tantas vezes ‘as mesmas coisas’ – claro que não são as ‘mesmas’, mas são muito similares! – que, de vez em quando me dá muita vontade de mandar uns recadinhos coletivos como esse que vou mandar agora para as mulheres. Ou esse que mandei para os homens! 😉 Então,

Ciclos do Feminino

Tudo está em movimento o tempo todo. Se o átomo vibra, as moléculas vibram, as células vibram, os órgãos vibram, o corpo vibra. Assim como tudo no universo. Observando a natureza ao nosso redor, fica fácil de perceber isso. O movimento, em ciclos de vida, morte, vida se faz presente

as feridas íntimas do patriarcado

No consultório, essas feridas estão presentes todos os dias. Naquela garota de 20 e poucos anos que ainda insiste em se chatear muito porque o pai sempre protege o irmão, entendendo desde que era uma menininha que vale menos…. e se debate para entender que ele também é filho da

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